O Rito Gregoriano e a "dessecularização" da cultura


Hoje nós vivemos no que é provavelmente a forma mais completamente secularizada de cultura que jamais existiu. No entanto, o Rito Clássico permanece e agora mais do que nunca parece haver pouca probabilidade de que ele será extinto.

Este rito é a plenitude dos meios de comunicação católicos de expressão artística, musical e até literária que se tornou uma posse comum de todas as pessoas do mundo.

Mesmo que os preconceitos dominantes do momento permaneçam contra este rito, seus cânones de estilo são imemoriais, infinitos e eternos.

O paradoxo é que este rito tem sobrevivido através de um longo ciclo de mudanças. E a verdade é que ele sempre tem estado em querela com o mundo. E nos últimos anos parecia mesmo estar a ponto de ser destruído por ele.

Isto é a vida. O que está caído se levanta, o que ficou velho é feito novo e todas as coisas boas retornam à unidade através Dele, de Onde elas tiveram sua origem. O único caminho para dessecularizar a cultura é dando a ela uma finalidade espiritual e é aí que o rito Gregoriano entra em jogo – ele faz isto muito bem (assim como o rito Bizantino).

A revolução cultural de 68 alegou que cultura é somente um ideal abstrato. Mas os hippies e seus professores “sartristas” estavam errados. Cultura é o produto vital de uma tradição social orgânica. Cultura católica existe. A Encarnação é o centro da história e nós olhamos para a Liturgia como nosso centro onde nós renovamos a cultura com Cristo e Sua Esposa, a Igreja.
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