Da crença batista à Missa na Forma Extraordinária – a história do Pe. Christopher Smith

Tradução e notas por Luís Augusto – membro da ARS

Pe. Christopher na Quinta-feira Santa de 2012
Por que estou tão enraizado na Forma Extraordinária da Missa? (1)
Por Pe. Christopher Smith, 
Pároco da Paróquia Prince of Peace, em Taylors, Carolina do Sul, 
da Diocese de Charleston, Estados Unidos da América.
Eu estava tendo uma deliciosa refeição recentemente com um bispo a quem amo e respeito como um pai, e que tem sido extraordinariamente bondoso para comigo. Minha política pessoal de nunca mencionar a forma extraordinária da Missa à mesa de jantar foi contornada por um de meus irmãos padres, a quem estimo como amigo e colega. “Então, sr. bispo, o que o senhor pensa da Missa Tridentina?” O suor começou a se formar na minha testa enquanto meu estômago se agitou, e o antes deleitável filé mignon, em meu prato, imediatamente me deu repulsa. “De novo não”, eu disse para mim mesmo, começando a abafar o que eu sabia que seria um dilúvio de palavreado contra o Missal de Pio V/João XXIII, rezando de cabeça as Orações ao pé do Altar.
É uma cena que ocorreu comigo várias vezes, e que é muito familiar a padres jovens por todo o mundo. De uma hora para a outra, eu já não era só mais um padre no meio dos outros. Eu era um homem marcado. Eu cometi o pecado não tão original de ser um “daqueles padres”, do tipo que celebrava a Forma Extraordinária do Rito Romano. Eu era um enigma para vários amigos que eu fiz nas comunidades que gozam exclusivamente dos livros litúrgicos pré-conciliares, que não conseguiam compreender como eu podia acordar toda manhã e rezar o desagradável Novus Ordo, ou Nervosa Desordem (2). E eu era um mistério para meus irmãos padres e até para alguns de meus paroquianos que não conseguiam enquadrar o homem que eles conheciam como seu amigo, que parecia tão jovial, divertido e mente-aberta, com uma liturgia que era caricaturada por muitos como o carro-chefe dos que se acham a última coca-cola do deserto, dos machucadinhos, dos integristas, dos inflexíveis (3).
Por quê? É a pergunta que vários católicos, nos bancos e presbitérios por todo o mundo, têm nos lábios depois que o Summorum Pontificum tirou as algemas de uma forma histórica particular do Rito Romano para lançar sua mágica (ou criar o caos, dependendo do seu ponto de vista) sobre a Igreja. E isso não é uma questão desimportante.
O fato de Bento XVI ter me dado a liberdade de celebrar esta forma da Missa fez-me cantar baixinho um Te Deum no meu quarto, mas não me dá as respostas para esta questão.
Pode-se dar uma resposta convincente para esta pergunta. Padres e leigos por todo o mundo são capazes de rascunhar uma apologia das razões históricas, teológicas e espirituais por que a forma extraordinária do Rito Romano é uma boa coisa, por que sua celebração contínua é uma coisa boa, e por que ela tem seu lugar na Igreja de hoje e de amanhã. Talvez um dia o Magistério da Igreja proponha uma tal apologia de modo que aqueles de nós, que usufruímos do privilégio do Summorum Pontificum, possamos apontar para todas essas razões.
Mas as razões por que o povo ainda coça a cabeça sobre o motivo do Papa Bento XVI “ressuscitar” uma liturgia supostamente morta, numa língua supostamente morta para o que seria uma suposta minoria minúscula de devotos têm pouco a ver com história, teologia e espiritualidade. Elas têm a ver com a experiência do povo com a forma extraordinária do Rito Romano e aqueles que estão ligados a ela. Naquele jantar, meu querido pai em Deus, o sucessor dos apóstolos, partilhou conosco: “Eu lembro da Missa Tridentina quando eu era menino. Eu servia na Missa, eu ainda lembro as respostas: ‘Introibo ad altare Dei; ad Deum qui laetificat iuventutem meam. Mas não era algo bonito. Nós tínhamos padres que celebravam a Missa rezada em 15 minutos e não se tinha ideia do que eles estavam dizendo. Eu passei por tudo isso. Para mim foi o suficiente. Eu gosto da Missa em inglês e não quero voltar atrás”. Dificilmente alguém pode argumentar contra a experiência de outra pessoa: é o que é, é a experiência dele e isso você não pode desconsiderar.
Então o padre que jogou a bola de canhão voltou a discussão para as pessoas que atualmente estão ligadas à Missa na forma extraordinária: “Eles são todos loucos. São apenas nostálgicos por um passado que nunca conheceram. E vários deles são apenas uns feridinhos. O Papa celebra a forma atual da Missa, o que para mim é bom o suficiente”.
As opiniões de meus companheiros de jantar tinham sido formadas pela experiência deles, e tal experiência tinha deixado um gosto ruim em suas bocas.Não importa se a legislação papal, o estudo teológico ou um testemunho sincero fossem postos diante deles, era improvável que suas mentes pudessem ser mudadas. Nada disso mudaria o fato de que eles seriam sempre meus amigos e mentores, e nem o fato de que eles sempre veriam minha inclinação para o que é “Trad” (4) como uma falha de caráter, uma fraqueza, uma excentricidade inexplicável. Eles amariam o pecador, mesmo odiando o pecado!
Eu sou um simples pároco. Eu não posso prover o argumento intransponível, para a forma extraordinária do Rito Romano, que deslumbraria o mundo de modo que logo puxariam da poeira seus Missais e cantariam o Graduale Romanum (5). Eu celebro a Missa “Trad” porque tenho paroquianos que a desejam, e porque eu desejo celebrá-la. Tudo que posso fazer é partilhar o porquê de minhas experiências de vida terem me dado este amor por algo que tantos de meus amigos católicos não amam. Tenho a certeza de que há vários outros que encontrarão ecos de sua própria jornada de fé rumo a Trento (6)!
Quando criança, cresci sendo Batista. Tão não-litúrgico quanto vocês possam imaginar. Um dia, numa livraria, deparei-me com uma cópia do Livro da Oração Comum (7). Fui fisgado. Todas aquelas orações e cerimônias, o que eram? Economizei minha mesada e comprei um. Há meninos que babam em cima de complicados jogos de futebol americano, que se imaginam em paradas militares num uniforme chamativo e com um rifle bem polido, que balbuciam estatísticas de beisebol e que têm um enciclopédico conhecimento das obras de Beckett (8).E há meninos que se deparam com “As cerimônias do Rito Romano descritas” (9), de Adrian Fortescue (10), e se apaixonam.
À primeira vista, os encantos rubricais de um menino podem ser vistos como algo que nada tem a ver com esportes ou com assuntos militares. Mas vários meninos querem estar num lugar onde possam ser homens com outros homens, onde possam dominar algo que outros não conhecem e assim competir com aqueles que conhecem algo, onde possam estar num time. A liturgia católica tradicionalmente tem sido um lugar onde este sonho de infância pode ser realizado; o santuário, o campo esportivo, o quartel militar, todos proporcionam isto. Eu fui introduzido no mundo da liturgia pelo seu manual, suas regras, seus times e seu companheirismo. Eu fui fisgado.
Rapidamente fiz minha trajetória dentro da Igreja Católica (11), e zelosamente na forma ordinária da Missa em inglês. Tornei-me coroinha, cantor e leitor. Cantava no coro. Eu tinha visto um Liber Usualis (12) no coro, mas não sabia o que significavam aqueles quadrinhos e palavras em latim. Roubei um livrinho vermelho com colunas de texto paralelas em inglês e latim, de algo chamado Comissão em Apoio da Ecclesia Dei (13), que alguém deixou na igreja.
Deparei-me com a Revista da Missa Latina (14) numa livraria, que tinha artigos sobre padres e leigos corajosos, ao longo da história e atualmente, que realizaram atos heroicos de sacrifício por algo que um tal Pe. Faber (15) chamou de “a coisa mais bela debaixo do Céu”.
De uma vez o meu mundo se abriu. Havia algo mais para a minha fé e a Missa do que aquilo que eu vim a conhecer como sendo a Missa católica, que era o que se celebrava em minha paróquia todo domingo. Tomei conhecimento de jovens de todo o mundo que caminhavam de Paris até Chartres (16) no dia de Pentecostes para rezar por um retorno ao sagrado. Eu não sabia exatamente o que significava aquilo, mas eu vi aquelas fotos de milhares de jovens como eu, que amavam Jesus, a Igreja Católica e a Missa. Havia algo de diferente com esta Missa, este movimento.
Com o olhar que tudo critica, tudo sabe e tudo julga, de alguém de 16 anos, comecei a ver tudo ao meu redor como “falso” (17), nas palavras de Holden Caufield (18). Eu nunca me senti muito bem com a Missa da Life Teen (19).Parecia apenas um bando de adultos tentando desesperadamente entrosar-se comigo, e todos nós sabemos que os adultos, dos 33 anos mais ou menos (como eu atualmente (20)) simplesmente não conseguem entender o jovem. Eu tinha amigos que iam para a Life Teen, e logo deixaram de ir para a Missa completamente. Eu estava chateado com a Missa. Parecia só ter a ver com a personalidade do padre. Piadinhas, bandeirolas, música ruim.
Eu permaneci no coro, e nunca fui tão feliz como quando cantamos Mozart, Gounod e Bach. Então veio o Glory and Praise (21) e logo me desapontei. No mais, meu padre foi transferido por acusação de abuso de crianças.
Para alguém de 16 anos, isso era demais. Eu me senti traído, confuso e, sobretudo, chateado. Onde ficava este mundo encantado das Missas Cantadas, procissões e Horas Santas? Por sorte, no meu último ano (22), passei por duas coisas que mudaram minha vida. Comecei a ir para igrejas Ortodoxas na região, uma grega e outra russa, por curiosidade, que incutiram em mim um senso de sagrado e de culto litúrgico. E fui a uma conferência sobre Canto Gregoriano, numa abadia trapista.
Durante a conferência, onde somente aí eu vim entender o que significavam os quadrinhos e as palavras em latim do livro que vi anos antes no coro, fui de mansinho à cripta, no meio da noite, para conhecer o lugar e rezar. No corredor fracamente iluminado, eu ouvi as palavras “Dominus vobiscum” (23). Entrei, para acabar vendo um monge idoso de frente para um altar junto da parede, com umas poucas pessoas ajoelhadas atrás dele. “O que eles estão fazendo às quatro da manhã”?
Eu fiquei lá para o restante do que quer que fosse que eu estava vendo, extasiado. Depois de tudo, eu parei o monge e perguntei: “Isso foi a Missa Tridentina?” Ele disse naturalmente: “Sim”. Eu perguntei: “O senhor vai celebrá-la de novo?” “Toda manhã, no mesmo horário, no mesmo lugar. Você pode vir amanhã e servir na Missa comigo?” “Mas, eu não sei como”. “Aqui tem um livrinho vermelho que você pode estudar para amanhã. Você tem que começar de algum jeito”. “Legal!”, eu disse. De repente, aquele livrinho vermelho e um velho monge de uns noventa anos tornaram-se meu elo a um mais amplo mundo da fé, e eu estava dentro. Eu era parte de algo novo e emocionante.
Quando fui para casa, eu me pus para aprender tudo que pudesse sobre esta Missa. Cheguei aos livros de Michael Davies (24), a figura do Arcebispo Lefebvre (25) e a história do que aconteceu depois do Vaticano II. Também me deparei com “A fé em crise – o Cardeal Ratzinger se interroga” (26) e comecei a ler tudo que pude dos escritos deste Joseph Ratzinger, que se tornou meu novo herói!
No tempo em que entrei para a faculdade (27), eu estava bem formado sobre a história da crise na Igreja depois do Vaticano II. Mas eu nunca tinha estudado filosofia ou teologia, nunca tive um diretor espiritual e nunca tive uma comunidade de jovens católicos da qual eu me sentisse parte. Na faculdade, eu finalmente tive acesso a todas essas coisas. Encontrei estudantes e professores que cuidadosamente me ajudaram a avaliar tudo que li e a desenvolver uma mentalidade e espiritualidade autenticamente católicas.
Na faculdade, pude encontrar o Novus Ordo sendo bem celebrado e de forma bela, e também pude participar da “Missa Antiga”.
Havia ainda algo de “inquietante” (28) em ser um autodenominado “Trad” (29).Era algo excêntrico, diferente, legal. Organizei uma imensa biblioteca litúrgica e comecei a encontrar-me com outros jovens como eu, e os contatos foram se organizando pelo mundo todo. Eu não estava mais ligado a polêmicas e rancores. Ao passo em que fui estudando a liturgia romana, ela tornou-se viva para mim, e eu cresci no amor às orações, às cerimônias e à música.
No meu ano de calouro, inventei a brilhante ideia de querer participar da Semana Santa no rito antigo. Com seis amigos meus pegamos um carro e viajamos para Scranton, Pensilvânia, para o seminário da Fraternidade São Pedro. As três celebrações das Tenebrae (30), os paramentos pretos na Sexta-feira Santa, a Vigília Pascal e a festa depois, o canto do Haec festa dies: tudo isso ficou gravado na minha memória como sendo algo tão belo e tão precioso para mim e para toda a Igreja. Quem não gostaria de ter tudo isso como parte do patrimônio da Igreja? Voltei para lá todo ano, e como o convite boca-a-boca se espalha, no último ano levamos uns 70 outros jovens conosco.
No dia seguinte ao da minha formatura, fui para a famosa peregrinação de Chartres. No meio do caminho da peregrinação, paramos no meio de uma floresta para a Solene Missa Cantada de Pentecostes. A suntuosa procissão do clero, a participação ativa de milhares de jovens cantando a uma voz cantos em latim de todas as eras, tudo isso era um grande alívio para nossa exaustiva caminhada. Logo, depois do Ofertório, começou a chover. Eu esperei o alvoroço para encontrar abrigo, as reclamações e o abandono total do que estávamos participando. Ninguém saiu do lugar, exceto os escoteiros, que abriram as longas toalhas de linho em fileiras (31) e as seguraram como soldados segurando bandeiras sobre um caixão.
Os padres vieram com o Santíssimo Sacramento, acompanhados por escoteiros com guarda-chuvas brancos com amarelo, da cor do Papa e da Hóstia Sagrada. E, quando a chuva caiu ainda mais forte sobre nossos rostos e abafou o canto, todos se ajoelharam na lama, seguraram as toalhas, e receberam o Senhor e Deus na boca, com grande devoção e amor.
Esta era a fé que eu tinha buscado a vida inteira. Isso era tão bonito, ao mesmo tempo antigo e novo, que arrebatou meu coração e me deu forças. Lá na lama, no meio de uma floresta na França, longe de casa, eu soube que minha vocação era tornar-me um sacerdote, para trazer o Senhor da fé e da beleza para os outros, como aqueles padres que iam ao encontro daquela multidão adoradora, coberta de sujeira e poeira no corpo, mas de graça e caridade na alma. E esta experiência foi durante a Missa na forma extraordinária. Poderia eu ter tido uma experiência semelhante ou até a mesma experiência em outra forma da Missa, ou até em outro momento? Claro. Mas Deus escolheu aquele momento para revelar a si e a seu plano para mim de uma forma especial, e por esta razão eu estarei sempre ligado à liturgia e ao povo que tem se sacrificado para encorajar sua celebração.
Agora eu sou um sacerdote de Deus e da Igreja Católica (32), fiel ao Papa e à Tradição. Toda vez que vejo um jovem com um missal nas mãos e aquele olhar de admiração e reverência, que se estampa naqueles que encontram a fé através da sua digna celebração, eu sorrio e lembro. Agora, até eu tenho que consultar algumas de minhas filhas espirituais, cujo conhecimento de Fortescue e calendários litúrgicos de vários ritos é bem maior que o meu. Enquanto eu não celebro a Forma Extraordinária tanto quanto eu gostaria, seguindo a vocação que Deus me deu, sou grato ao papa Bento, porque eu, e outros como eu, não somos mais estrangeiros ou órfãos. Somos católicos e, como tais, alegramo-nos por sê-lo, com uma bela herança litúrgica e um Papa que nos mostra o caminho.Minha predileção pela “Missa Antiga” não é uma condenação dos que não têm tal predileção, ou do poder da Igreja para reformar a liturgia; é uma expressão de algo positivo e maravilhoso que encontrei no culto da Igreja, e por isto sou grato a Deus!
Se vocês querem saber como o jantar terminou, eu fiquei em silêncio porque me ocupei demais pensando em todas as coisas que estou escrevendo aqui, sobre como eu poderia responder ao “Por quê?” dos meus comensais. Ao longo disso, meu filé foi retirado e um amável crème brûlée (33) tomou seu lugar, vindo não sei de onde, enquanto o resto da mesa estava em outros tópicos das políticas eclesiais. Afinal, depois de vaguear e me preocupar tanto, estavam bem aí o leite e mel da Terra Prometida.
1. N.T. No original: “Why am I So “Into” the Extraordinary Form of the Mass?. Disponível em:
2. N.T. No original soa o trocadilho Novus Ordo – Nervous Disorder. Novus Ordo é o rito da Missa reformado, publicado em 1970, ou seja, é a Forma ordinária da Missa, celebrada em quase todas as paróquias católicas do mundo, cuja última edição típica é de 2002, com emendas em 2008.
3. N.T. No original se utilizam expressões muito próprias do inglês que talvez ficariam estranhas se traduzidas literalmente. O original diz: “the hobbyhorse of the Chosen Frozen, the Walking Wounded, the Integristes, and the Rigid Frigid.
4. N.T. Ou seja, relativo a Tradição, Tradicional.
5. N.T. O livro oficial com o canto gregoriano para todo o Ano Litúrgico.
6. N.T. Referindo-se ao Concílio de Trento (séc. XVI), do qual veio a uniformização do Missal Romano e ao qual se refere a expressão “Missa Tridentina”.
7. N.T. É o chamado “Book of Common Prayer”, livro de orações da igreja Anglicana.
8. N.T. Seria Samuel Beckett, dramaturgo e escritor irlandês, considerado um dos mais influentes do séc. XX?
9. N.T. Título original: “The Ceremonies of the Roman Rite Described”.
10. N.T. Pe. Adrian Fortescue (1974-1923), liturgista inglês.
11. N.T. Foi recebido na igreja aos 13 anos.
12. N.T. Outro livro oficial de canto gregoriano.
13. N.T. Referência à Carta e à Pontifícia Comissão responsável pelos fiéis ligados à Forma Extraordinária do Rito Romano. A Carta sob forma de motu proprio Ecclesia Dei , de 1988, dentre outras coisas pedia: “em toda a parte deverá ser respeitado o espírito de todos aqueles que se sentem ligados à tradição litúrgica latina, mediante uma ampla e generosa aplicação das diretrizes, já há tempos emanadas pela Sé Apostólica, para o uso do Missal Romano segundo a edição típica de 1962”.
14. N.T. No original: Latin Mass Magazine .
15. N.T. Pe. Frederick William Faber (1814-1863). Teólogo inglês anglicano que se converteu à Igreja Católica seguindo John Henry Newmman (que morreu como cardeal católico e foi beatificado em 2010).
16. N.T. A famosa Peregrinação de Pentecostes , de Paris a Chartres, com percurso de cerca de 120Km, estruturada em cinco dias.
17. N.T. No original: “phony”.
18. N.T. Adolescente rebelde protagonista da obra “The Catcher in the Rye” (O apanhador no campo de centeio), de 1951, do escritor estadunidense J. D. Salinger.
19. N.T. Life Teen é um apostolado ligado à juventude, com base numa espiritualidade eucarística.
20. N.T. Pe. Christopher nasceu em 28/06/1977.
21. N.T. Um certo hinário ou livro de cantos litúrgicos.
22. N.T. Pela idade, entendemos ser o último ano do equivalente ao ensino médio brasileiro.
23. N.T. Ou seja, “O Senhor é convosco” ou “O Senhor esteja convosco”.
24. N.T. Michael Davies (1936-2004) foi um professor inglês e escritor católico que foi presidente da Federação Internacional Una Voce .
25. N.T. D. Marcel Lefebvre (1905-1991) foi um bispo francês, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
26. N.T. Aqui utilizei o título com que a obra “Raporto sulla fede” foi publicada, em 1985, aqui no Brasil. Trata-se de um conjunto de entrevistas de Vittorio Messori com o então Cardeal Joseph Ratzinger, nosso atual Papa Emérito Bento XVI.
27. N.T. Christendom College , uma faculdade católica de Front Royal, Virginia.
28. N.T. No original: “edgy”.
29. N.T. No original: “Traddie”.
30. N.T. O chamado “Ofício das Trevas”, parte do Ofício Divino com certas particularidades durante o Tríduo Pascal.
31. N.T. Isto se refere ao uso das toalhas seguradas sob as bocas dos comungantes em fila lateral, cobrindo ou fazendo as vezes das “mesas da comunhão”.
32. N.T. Pe. Christopher foi ordenado presbítero em 23/07/2005.
33. N.T. Um tipo de creme servido como sobremesa.
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