Excomunhão é motivo de alegria?

In nomine Domini nostri Iesu Christi congregatis vobis et meo spiritu cum virtute Domini Iesu tradere huiusmodi Satanae in interitum carnis ut spiritus salvus sit in die Domini Iesu.

Em nome do Senhor Jesus -, reunidos vós e o meu espírito, com o poder de nosso Senhor Jesus -,seja esse homem entregue a Satanás, para mortificação do seu corpo, a fim de que a sua alma seja salva no dia do Senhor Jesus.
Consolemos a JESUS!

Disse o Pe. Demétrio Gomes o seguinte:

Não é sem dor que a Igreja aplica a pena de excomunhão ao que erra. Comemorar? Não! Rezar para que o pecador se converta e acolha a Verdade!

Eu compreendo que o sacerdote disse isso com relação ao infeliz sacerdote, que de modo algum é motivo de alegria. Entretanto, é visível a alegria dos fiéis que oprimidos e quase aprisionados por um clero apóstata, e que também sofre com o bom-mocismo daqueles que sabemos serem bons e fiéis à Fé Católica, mas se calam, esperando em DEUS o que o próprio DEUS quer deles, ou seja, esperando somente na ordem da Graça o que deveriam fazer pela ordem da natureza sob o auxílio da Graça.
E por esta razão, comemoro a coragem do bispo sim, e não a impenitência do infeliz excomungado. A coragem que este bispo teve, que está ausente nos sacerdotes e bispos frouxos impregnados deste bom-mocismo dos infernos, é ímpar a mais de 50 anos de Igreja pós Concílio Vaticano II no mundo inteiro, salvo alguns raros casos. E não é difícil recordar quantos são os sacerdotes que incorreram em excomunhão latae sententiae, e “graças” aos bispos omissos – os quais pecam gravemente contra o oitavo mandamento da lei de DEUS! – não têm suas consciências esclarecidas pelos seus prelados.
Comemorar uma excomunhão de um infeliz é triste sim, mas comemorar o número de almas que sairão da ignorância é próprio de qualquer fiel Católico.
Assim como Santo Afonso de Ligório disse que uma mãe se alegrará com a condenação de um filho seu aos infernos, se assim DEUS o decretar no dia do Juízo, do mesmo modo, podemos nos alegrar com o ato da justiça de DEUS ao penalizar um errante para que retorne e não se condene.

Espero que as palavras do Pe. Demétrio Gomes seja referente à alegria dos que querem a perdição de uma alma, não à manifestação da justiça divina.

Resumindo: Parabéns, Dom Caetano!

Para rezarem pelo clero, sobretudo os mais perdidos, leiam as postagens sobre Maternidade Espiritual!

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