Se a fé dos papas pode desfalecer

Por Carlos Nougué

Nota prévia

Não se extraia deste breve “artigo disputado” o que ele não diz nem quer dizer. Seu escopo é simplíssimo e único: resolver o problema enunciado por seu título.

*  *  *

Se a fé dos papas pode desfalecer

E parece que não.

1) Com efeito, Cristo rogou ao Pai que a fé de Pedro não desfalecesse (cf. Lc XXII, 32). Ora, uma oração sua não podia não ser atendida. Com efeito, segundo Santo Tomás de Aquino,[1] não se deve dizer que a oração de Cristo no horto das oliveiras não tenha sido atendida, porque Ele “em tudo foi atendido por sua piedade” (Hb V, 7). Logo, a fé de Pedro não podia desfalecer.

2) Ademais, Pedro era a pedra sobre a qual Cristo mesmo edificaria sua Igreja (cf. Mt XVI, 18). Mas, se o era, era-o na qualidade de primeiro da linhagem dos vigários d’Ele, os papas. Por conseguinte, o rogo de Cristo visava a toda essa linhagem. Por conseguinte, tampouco a fé de nenhum papa pode desfalecer de modo algum.

3) Ademais, e por fim, o Concílio Vaticano I decretou dogmaticamente a infalibilidade papal. Ora, tal infalibilidade pressupõe uma fé íntegra. Sendo assim, a fé dos papas não é falível de modo nenhum.

Mas, em sentido contrário:

1) Escreveu com império São Leão II, Papa: “Anatematizamos Honório [I], que não ilustrou esta Igreja Apostólica com a doutrina da tradição apostólica, mas permitiu, por uma traição sacrílega, que fosse maculada a Fé imaculada […] da tradição apostólica, que recebera de seus predecessores” (Denz.-Sch. 563). Mas Honório I era papa. Logo, a fé dos papas pode de algum modo desfalecer.

2) Ademais, disse São Paulo, Apóstolo: “Ainda que nós mesmos ou um anjo do Céu vos anunciemos um Evangelho diferente daquele que vos tenho anunciado, seja anátema” (Gl I, 8). Ora, seu “nós mesmos” inclui a Pedro, primeiro papa. Por conseguinte, também a fé dos papas é de algum modo falível.

3) Ademais e por fim, diz São Paulo (Gl II, 11) que, “tendo vindo a Antioquia, eu lhe resisti (a Pedro) em face, porque merecia repreensão”. Mas, se o merecia, é porque, como diz Santo Tomás de Aquino,[2] sua postura judaizante representava “um perigo para a preservação da verdade evangélica”, ou seja, para o depósito da fé entregue por Cristo aos bispos (representados então pelo conjunto dos apóstolos), e especialmente aos papas (representados então por Pedro). Se assim é, de algum modo a fé dos papas pode desfalecer.

Resposta. Deve dizer-se que os dois primeiros argumentos “em sentido contrário”, apoiados, ademais, como estão, em grandíssima autoridade, parecem incontestáveis; e que, portanto, a fé dos papas pode, sim, desfalecer de algum modo. Resta porém investigar se é possível uma oração de Cristo não ser atendida por seu Pai. Vejamo-lo por partes.

1) Antes de tudo, o contexto em que Cristo disse que tinha rogado ao Pai que a fé de Pedro não desfalecesse.

Com efeito, imediatamente após o versículo 32 de Lucas XXII, no qual precisamente Cristo diz a Pedro: “Eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça […]”, lê-se: “Pedro lhe respondeu: Eu estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte. Jesus, porém, disse-lhe: Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo sem que tu por três vezes tenhas negado que me conheces”. Ora, como diz São Beda:[3] “Tendo o Senhor dito a Pedro que Ele rogara para que sua fé não desfalecesse, este Apóstolo, cheio de confiança no amor que sentia pelo Salvador, no fervor de sua fé, e sem prever a queda lamentável que sofreria, não podia crer que ele pudesse jamais ser infiel a seu mestre”. Notem-se daí duas coisas: primeira, que a “queda lamentável” que sofrerá Pedro implica já um desfalecimento do fervor de sua fé (conquanto não precisamente de sua fé); segunda, que, conquanto Pedro não pudesse prever sua própria queda, Cristo, dotado, como é óbvio, de presciência perfeita, previa-a infalivelmente. Por que então terá Ele dito a Pedro que rogara por sua fé se sabia que o fervor desta desfaleceria?

Responde a isso São João Crisóstomo:[4] “Ele não disse: Eu quis, mas: ‘Eu roguei’, linguagem cheia de humildade que tem que ver com a proximidade de sua paixão, para provar a verdade de sua natureza humana. Pois como supor que aquele que, sem recorrer a prece, dissera com tom de mandamento: ‘Sobre esta pedra eu edificarei minha Igreja, e eu te darei as chaves do reino dos céus’, tivesse necessidade de prece para confirmar na fé a alma vacilante de um homem?”. Com efeito, como diz Santo Tomás de Aquino,[5] “se foi conveniente que o Filho de Deus, assumindo a natureza humana para a salvação dos homens, manifestasse, na natureza assumida, pela graça e pela perfeição da sabedoria, a finalidade daquela salvação, foi também conveniente que na natureza humana assumida pelo Verbo de Deus houvesse algo que se harmonizasse de modo maximamente conveniente com a libertação do gênero humano”. Em outras palavras: para a eficácia e credibilidade da redenção do gênero humano, era conveniente que Cristo não só assumisse as carências comuns à natureza humana – aquelas que, como diz São João Damasceno,[6] nos são inseparáveis e de que não nos podemos subtrair –, mas também os adequados modos humanos de agir. Ou isso, ou não se patentearia, como vimos São João Crisóstomo dizer, a verdade da natureza humana de Cristo. Ora, entre os adequados modos humanos de agir está o pedir humildemente a Deus, mediante a prece ou rogo, o que se quer. Por conseguinte, conveio a Cristo rogar humildemente ao Pai que a fé de Pedro (e a de todos os papas, podemos estendê-lo) não desfalecesse — afora o fato de que tal humildade se coadunava com a paixão e morte de cruz a que Cristo se entregaria proximamente segundo as carências da natureza humana assumidas por Ele.

2) Sucede, porém, que tal assumir as carências da natureza humana e seus modos adequados de agir dizem respeito à natureza humana de Cristo, e, por razões óbvias, não podem dizer respeito à sua natureza divina. Ora, como, apesar de dotado de duas naturezas perfeitas, Cristo é uma só pessoa e sua natureza humana está necessária e indefectivelmente ordenada à sua natureza divina, temos de perguntar-nos ainda como é possível que, enquanto Deus, Cristo tenha querido algo que não se realizaria de modo absoluto: o não desfalecimento da fé de Pedro (e de todos os demais papas). Ou será que Cristo enquanto Deus não queria efetivamente que a fé de Pedro (e de todos os papas) não desfalecesse e rogou que isso não se desse apenas para patentear a verdade de sua natureza divina? Mas isso implicaria uma espécie de falta de sinceridade absolutamente impossível tanto à natureza divina de Cristo como à sua natureza humana, natureza esta, como se disse, necessária e indefectivelmente ordenada àquela. Por essa razão, a explicação há de ser outra.

Sim, porque, se é verdade, como diz o Salmo 113, que “tudo o que Deus quis, Ele o fez”, decorreria que de fato Ele não quis que a fé de Pedro (e dos demais papas) não desfalecesse. Mas, apresentado desse modo, isso é falso. Para entendê-lo corretamente, deve considerar-se a distinção entre vontade antecedente e vontade consequente segundo o que diz São João Damasceno.[7] Naturalmente, como escreve o Aquinate,[8] “essa distinção não se toma da parte da própria vontade divina, em que não há antes nem depois, mas da parte das coisas que Ele quer”. Sigamos a argumentação de Santo Tomás nesse mesmo lugar. Com efeito, qualquer coisa, na medida em que é boa, não pode não ser querida por Deus. Sucede porém que algo considerado à primeira vista simpliciter bom ou simpliciter mal pode, se considerado por algum outro aspecto que se lhe acrescente, revelar-se o contrário. Por exemplo, em termos absolutos, um homem estar vivo é um bem, enquanto matar outro homem é um mal; mas, como um assassino é uma ameaça a alguém em particular ou à comunidade, e é pois um mal, é um bem que alguém o mate em legítima defesa ou que o próprio estado lhe tire a vida. Decorre daí que, sem perder a justiça, um juiz possa querer com vontade antecedente que todo homem viva, mas com vontade consequente que o assassino perca a vida. “Assim”, diz Santo Tomás, “também Deus quer, quanto à vontade antecedente, que todos os homens sejam salvos, mas, quanto à vontade consequente, quer que alguns sejam condenados, segundo a exigência de sua justiça”. Há mais, todavia: mesmo o que queremos com vontade antecedente, não o queremos simpliciter (absolutamente, pura e simplesmente), mas secundum quid (segundo algo, por certo aspecto). Com efeito, a vontade se relaciona com as coisas tais como elas são em si mesmas, e por isso “queremos simpliciter uma coisa quando a queremos levando em conta todas as circunstâncias particulares” — o que, precisamente, é querer com vontade consequente. Por essa razão, completa o Aquinate, “podemos dizer que o juiz justo quer simpliciter que o assassino seja enforcado, ainda que secundum quid quisesse que vivesse, já que se trata de um homem”.

Entende-se, assim, que tudo o que Deus quer simpliciter que se realize, Ele de fato o realiza, ainda que não se realize necessariamente o que ele quer com vontade antecedente. Mais que isso, no entanto: como tudo em Deus, a vontade divina não pode ser, com respeito à vontade das criaturas dotadas de intelecto, senão análoga e sobre-eminente, motivo por que não é só que Ele queira as coisas do modo que se acaba de descrever, modo também próprio do homem. É também, como diz ainda Santo Tomás de Aquino,[9] que propriamente falando “Deus nem quer que sucedam coisas más, nem quer que não sucedam coisas más; senão que quer isto mesmo que é o seu não querer que sucedam coisas más e o seu não querer que não sucedam coisas más”.

Se assim é, e dado ser certo que, de algum modo, a fé de algum papa desfaleceu, deve concluir-se:

que Cristo enquanto Deus, conquanto tenha querido com vontade antecedente que a fé dos papas não desfalecesse nunca de modo algum, não o quis, porém, de acordo com sua justiça, com vontade consequente;

e, sobretudo, que Cristo enquanto Deus não quer que suceda a coisa malíssima que é o desfalecimento de qualquer modo da fé de um papa, nem quer que não suceda; senão que quer isto mesmo que é o seu não querer que suceda tal desfalecimento de algum modo e o seu não querer que não suceda.

1. Em resposta à primeira objeção, deve dizer-se que podem entender-se de modo análogo a oração de Cristo no horto das oliveiras e o rogo d’Ele pelo não desfalecimento da fé de Pedro, desde que se assinalem as seguintes diferenças:

com a petição de que o Pai lhe afastasse o cálice de sua paixão e morte (Mt XXVI, 39), Cristo designava “o movimento do apetite natural e inferior pelo qual todos fogem da morte e desejam a vida”;[10] ao passo que com as palavras “se é possível” e “todavia, não se faça como eu quero, mas como tu queres” Ele exprimia “o movimento da razão superior que considera todas as coisas enquanto estão subordinadas à determinação da sabedoria divina”;[11] acrescente-se, porém, que as palavras “se é possível”, embora também exprimissem o que se acaba de dizer, o faziam como degrau de ligação entre o movimento do apetite inferior e o termo do movimento da razão superior;

o rogo para que não desfalecesse a fé de Pedro já exprimia aquele movimento da razão superior, mas como degrau de ligação para a expressão da presciência divina que seriam as palavras “Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo…”.

Ademais, entendam-se as palavras de Santo Tomás de Aquino “não se deve dizer que a oração de Cristo não tenha sido atendida” precisamente segundo todo o explanado anteriormente, e em especial segundo todo o dito no mesmo capítulo do Compêndio de Teologia onde se encontram.

2. Em resposta à segunda, deve dizer-se que se concede perfeitamente, como visto no corpus, que o rogo de Cristo visava a toda a linhagem dos papas; mas não, por tudo quanto aqui se disse, a conclusão “tampouco a fé de nenhum papa pode desfalecer de modo algum”.

3. Em resposta à terceira, deve dizer-se que a infalibilidade papal, segundo o mesmo Concílio Vaticano I, só se dá se se cumprem as chamadas “quatro condições vaticanas”.[12]

• E, quanto ao terceiro argumento em sentido contrário, deve precisar-se que o erro de São Pedro que mereceu a repreensão de São Paulo não foi propriamente de fé, mas antes prudencial — conquanto representasse, sim, como diz Santo Tomás de Aquino, um perigo para a fé de todos os cristãos.

 

Se o artigo “Se a fé dos papas pode desfalecer”

conclui corretamente de seus dois primeiros

argumentos “em sentido contrário”

Carlos Nougué

Em “Se a fé dos papas pode desfalecer”, diz-se na Resposta que “os dois primeiros argumentos ‘em sentido contrário’, apoiados, ademais, como estão, em grandíssima autoridade, parecem incontestáveis; e que, portanto, a fé dos papas pode, sim, desfalecer de algum modo”.

Ora, parece que esta conclusão não se segue de tais argumentos.

1) Sim, porque, com efeito, pelas próprias palavras do Papa São Leão II acerca de Honório I postas naquele primeiro argumento, pode supor-se que o erro deste papa foi antes da ordem do prudencial. Mas um erro prudencial não supõe, necessariamente, desfalecimento da fé. Logo, o referido artigo não pode concluir o que conclui deste argumento, e, supostas as objeções à resposta do mesmo artigo, insista-se em que a fé dos papas não pode desfalecer.

2) Ademais, diga-se que de igual para igual não há império, e menos ainda o há com respeito a um superior. Ora, se assim é, parece que o Apóstolo não poderia anatematizar os apóstolos que eram seus iguais nem, muito menos, a Pedro, que lhe era superior, e aos anjos. Por conseguinte, o referido artigo tampouco pode concluir deste segundo argumento o que conclui, e, supostas as objeções do mesmo artigo à sua resposta, insista-se ainda em que a fé dos papas não pode desfalecer.

Mas, em sentido contrário:

1) Diz o Papa Inocêncio III: “Somente pelo pecado que cometesse em matéria de fé poderia eu ser julgado pela Igreja” (Sermão IV sobre o Romano Pontífice, Migne PL 217,670). Mas um papa não poderia cometer nenhum pecado em matéria de fé sem que sua fé desfalecesse de algum modo. Logo, a fé dos papas pode desfalecer.

2) Ademais e por fim, diz o Decretum de Graciano (Pars I, dist. 40, cap VI, cânon “Si Papa”): “o Papa […] por ninguém deve ser julgado, a menos que se afaste da fé”. Ora, um papa só pode afastar-se da fé se a perder por alguma razão. Se assim é, a fé dos papas pode, sim, desfalecer.

Resposta. Diga-se, antes de tudo, que o artigo “Se a fé dos papas pode desfalecer” não tinha por objeto provar que de fato, historicamente, a fé deste ou daquele papa desfaleceu; mas unicamente mostrar que, sim, a fé dos papas pode desfalecer, e dar as razões disto.

Depois, dialeticamente podemos dar (sem conceder) que os dois primeiros argumentos “em sentido contrário” do referido artigo não bastassem para concluir deles o que ali se conclui. E o podemos fazer sem afetar tal conclusão precisamente porque os dois argumentos “em sentido contrário” expostos aqui, neste segundo artigo, servem de complementação aos dois do primeiro artigo, e porque ao menos deles em conjunto se pode concluir, sem dúvida alguma, que a fé dos papas pode desfalecer.

1. Em resposta à primeira objeção, temos o dito pelo Papa Adriano II (Alloc. III lect. In Conc. VIII act. VII – citado pelo Cardeal Billot, Tract. de Eccles. Christi, t. I, p. 619): “Honório foi anatematizado pelos orientais, mas deve-se recordar que ele foi acusado de heresia, único crime que torna legítima a resistência dos inferiores aos superiores, bem como a rejeição de suas doutrinas perniciosas”. Ora, independentemente de que de fato Honório I tenha incorrido, ou não, em heresia, o inegável é que o Papa Adriano II admite tal possibilidade; e ninguém pode incorrer em heresia sem que sua fé tenha desfalecido. Por conseguinte, especialmente se complementadas pelo dito do Papa Adriano II, daquelas palavras do Papa São Leão II acerca de Honório I pode concluir-se o que ali se conclui.

2. Em resposta à segunda, “deve dizer-se que o Apóstolo pronunciou esta sentença não por sua autoridade própria, mas pela autoridade da doutrina do Evangelho, de que ele era ministro” (Santo Tomás de Aquino, Super Epistolam B. Pauli ad Galatas lectura, caput 1, lectio 2). Com efeito, dizem as Escrituras, que têm a Deus mesmo por autor: “A palavra que eu anunciei, essa o julgará no último dia” (Jo XII, 48).* Sendo assim, também daquele segundo argumento “em sentido contrário” pode concluir-se o que se conclui no artigo anterior.


[1] Cf. Compêndio de Teologia, Primeira parte: Sobre a fé, cap. CCXXXIII.

[2] In ad Gal., 2, 11 – 14, lect. III, nn. 83-84.

[3] Apud Santo Tomás de Aquino, Catena aurea, Lectio 9, Catena in Lc., cap. 22 l. 9.

[4] Hom. 83 sobre S. Matth.

[5] Compêndio de Teologia, Primeira parte: Sobre a fé, cap. CCXXVI [De defectibus assumptis a Christo].

[6] In De fide orthod., 1.3 c. 20: MG 94, 1081 A.

[7] In De fide orthod., 1.2 c. 29: MG 94, 968 C-969 A.

[8] Suma Teológica, I, q. 19, a. 6 ad 1.

[9] De malo, q. 2, a. 1 ad sed contra 4.

[10] Santo Tomás de Aquino, Compêndio de Teologia, Primeira parte: Sobre a fé, cap. CCXXXIII.

[11] Idem.

[12] Para aprofundamento deste tema, cf. Padre Álvaro Calderón, A Candeia Debaixo do Alqueire — Questão Disputada sobre a Autoridade Doutrinal do Magistério Eclesiástico A Partir do Concílio Vaticano II. Nova Friburgo/Rio de Janeiro, Edições Mosteiro da Santa Cruz/Instituto Angelicum, 2009.

* Anota Santo Tomás ao comentar esta passagem de São Paulo: “… sed licet nos, scilicet apostoli, aut Angelus, bonus vel malus [um Anjo, bom ou mau], de caelo veniens evangelizet…” (Super Epistolam B. Pauli ad Galatas lectura, caput 1, lectio 2).

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